17 setembro 2005

limiar do perfeito

Um abismo. Um passo para a frente e outros tantos para trás. O medo, de avançar ou de ficar parada, é sempre o mesmo. É medo de errar, medo de morrer, medo de não viver. Seja o que for.
Podemos modificar, dividir, adaptar, diminuir, subtrair, reordenar, inverter, combinar, adicionar, multiplicar, reagrupar ou inverter até, mas não deixará nunca de ser o que é, de ter a essência da primeira coisa.
Pergunto, até que ponto é-nos permitido fazer algo fora dos limites da própria natureza, da base, do já perfeito?