Se nem sempre sabemos qual o caminho certo, saberemos certamente identificar aquele que nos é nocivo. Mas ainda assim, muitas vezes, vezes demais, é esse que seguimos e para o qual corremos com quantas forças temos. Porque tem de ser. Porque existe sempre alguma coisa que nos empurra para lá. Tu és o meu caminho. Aquele para o qual sou empurrada, quer queira, quer não. Sabes que tento a todo custo fugir disso. Porque já lhe conheço o gosto amargo. Porque não passa de ácido úrico em cima de mármore, que não mata mas corrói.
Vou continuar a perguntar-me várias, demasiadas vezes, se não existe um antídoto para tudo isto. Mas calculo já saber a resposta: boa sorte.