05 fevereiro 2010

auto-ajuda para mulheres de fé


Fui ensinada desde sempre a fugir da mediocridade e a não aceitar de forma alguma a fatídica frase do “quem dá o que tem a mais não é obrigado”. Por vezes dou-me conta da sorte que temos e, ainda mais, das sucessivas queixas de que tudo está mal. Este ano, como sabem, prometi ia dar o melhor de mim aos outros.

Ora como devem imaginar, o estado de hibernação profunda em que estive mergulhada nos últimos dois anos causou-me uma espécie de amnésia do “saber viver”, portanto, resolvi assumir publicamente que preciso de ajuda!
Assim que sair do mausoléu vou à Bertrand tratar do assunto.