Hoje vou falar-vos de um assunto mais que batido "em praça", mas no entanto sem solução aparente!
Estava eu no carro, naquelas filas que nunca acabam, quando dei por mim com uma teoria fantástica sobre a paixão (sim porque o trânsito dá-me para estas coisas... deve ser da elevada concentração de CO2).
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E então é assim,
Todos nos apaixonamos, a bem ou a mal. E é certo e sabido que normalmente as coisas correm mal e quantos de nós não gostaría de voltar atrás para emendar uma coisa ou outra!?
Pois é... mas comigo não é bem assim... e foi o "reason why" disto que eu descortinei, dissequei até, durante a minha a minha travessia pelo maravilhoso rio Tejo.
A conclusão a que cheguei? Espero que o "acesso" me passe. Certinho, direitinho! É infalível!
Como já fiz questão de vos dizer a paixão é resultado das nossas homonas e outros processos psico-biológicos e por esta razão tem prazo de validade. E portanto, em vez que andar a fazer maluqueiras fico sentada pacientemente à espera que o ataque se dissipe. O que não quer dizer invariavelmente que não me apaixone... Apenas lido com "isso" de uma maneira talvez pouco ortodoxa. Sabem, normalmente nós temos tendência a criar um conceito, uma imagem (muito pouco real, deixem que vos diga) da outra parte e a crise está mesmo aí... Essa imagem acaba por consumir e até atraiçoar-nos o nosso bom senso... Ás vezes chega a apoderar-se dos nossos dias, da nossa vida... felizmente, apenas durante escassos dias ou com azar alguns meses.
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O cerne da questão está em aproveitar a parte boa e deixá-la no pedestal.
Hoje não estou com muita paciência para explicar tudo tim-por-tim, mas quanto mais alimentamos a paixão, mais forte ela fica.
Por isso eu deixo-a morrer à fome.