04 maio 2005

what is essential is invisible to the eye

Antes de sair pela porta tenho sempre uma esperança tonta de encontrar alguma coisa que denuncie a tua presença. Como disse é uma esperança tonta, mas agora tornou-se quase como que um ritual. Olho para a direita, depois para a esquerda... nada. Não foi hoje. Não faz mal, só o facto de o continuar a fazer dá-me algum conforto. Fazes-me falta sabias? E este ritual é apenas uma maneira de me lembrar de ti. Tu, que roças o desconcertante, o absurdo. Não és necessariamente mau... muito pelo contrário.
Tu és a imagem que eu criei à minha semelhança, pode-se dizer que és a minha outra parte. Eu sei que não existes... mas é tão bom acreditar em ti...