16 julho 2005

não prendo, não fico e nada prometo

Um reflexo mudo no espelho. Uma imagem que por si só, de nada vale. Sou eu, ela e mais umas tantas outras. Todas diferentes e todas tão iguais. Se partilhamos a mesma matéria será por acaso.
Um passo seguido de outro. E se por vezes tudo parece incerto significa que estou a seguir o rumo correcto, disso tenho a certeza. Não somos adeptas do "continuísmo". Nunca fomos. Fecha-se uma porta e abre-se uma janela, isso é certo. Então porquê parar? Não prendo, não fico e nada prometo.
Tudo não passará de uma simples regra matemática: duas rectas paralelas apenas se cruzam no infini
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