Eu conheço-te como as palmas das minhas mãos... talvez até um pouco melhor.
Tu és eu e portanto quer tu queiras, quer não queiras, nós somos a mesma pessoa. E por isso, e independentemente de tudo o resto, eu vou continuar a querer ouvir as tuas histórias e tu as minhas.
És a minha alma gémea, aquilo por que eu esperei anos sem fim. Esperei até achar que estavas preparado. Infelizmente o medo de te perder não me permitiu esperar o suficiente. Admito-o: deveria ter sido mais forte, afinal aquilo que é nosso às nossas mãos há-de vir parar. Enfim, precipitei-me. Acabei por perder aquilo que por anos esperei.
És a minha alma gémea, aquilo por que eu esperei anos sem fim. Esperei até achar que estavas preparado. Infelizmente o medo de te perder não me permitiu esperar o suficiente. Admito-o: deveria ter sido mais forte, afinal aquilo que é nosso às nossas mãos há-de vir parar. Enfim, precipitei-me. Acabei por perder aquilo que por anos esperei.
O mais inacreditável é que não te consigo odiar. Ficou sim, a certeza de que não mudaste, a certeza de que és o pássaro que morre em cativeiro.
Resta-me a certeza de que um dia tu me hás-de prometer o mundo e nessa altura, eu vou dizer que sim.
Resta-me a certeza de que um dia tu me hás-de prometer o mundo e nessa altura, eu vou dizer que sim.