Aqui estou eu de novo meus caros amigos, com pouco tempo e muita coisa para dizer, para variar!
As aulas de Ética da Comunicação estão a ser uma verdadeira emoção, e tal como a cadeira de Didática da Escrita Criativa dá muito que pensar... Primeiro foi Erich Fromm, o homem, que revolucionou a minha maneira de ver muitas coisas no mundo e que me deu muitas dores de cabeça, agora outro! Tenho de ser sincera e dizer que são as cadeiras a que eu tenho piores notas (pelo menos costuma ser assim, quando roça a filosofia a bábá vai-se abaixo), mas se eu fosse avaliada pelo "trabalho de casa" tinha no mínimo um vinte. É que voces não imaginam o tempo (ia dizer perdido, mas nunca o é) que eu disponho (esta é que é a palavra certa, segundo o Professor Rodrigo Cunha. Aliás, ele havia de ficar satisfeito em saber que tem uma aluna que faz os "trabalhos de casa"!). Continuando... Vocês não imaginam o tempo que eu disponho a pensar nestas questões, quanto a meu ver, psico-antropológicas.
Numa das aulas e a respeito da ética eu disse ao professor: "Eu não tenho nada a ver com aquilo que os outros fazem!". Para variar expliquei-me mal e o professor deve ter ficado a pensar que eu era mais uma adida ao movimento hedonista que eu tanto critico. E a questão que eu vos queria por aqui era mesmo esta: o meu próprio movimento hedonista! É uma coisa com que eu luto constantemente! Tenho consciência que a minha primeira prioridade sou eu própria, mas no entanto, tento contrariar um pouco esta tendência que não é só minha. A questão (e não devo ser a única... mulheres deste mundo que estão aí para me compreenderem!) é que eu sou um ser um tanto ou quanto complicado! Vocês dizem: "Que novidade!". Pois é, não é novidade nenhuma, mas eu não consigo lidar com toda esta confusão de pensamentos (confusão, que deriva da palavra fusão... ai Rodrigo Cunha!) e por vezes estravaso todos estes sentimentos cá para fora da pior maneira.
Sou instável, completamente confusa... Não sou arrogante, vejam antes a minha postura, como uma concha que me protege das crueldades a que eu possa ser sujeita e principalmente de mim própria. Sou uma pessoa muito crítica principalmente comigo, aliás unica e exclusivamente comigo. Mas julgo que o meu pior defeito é ter a mania da perfeição. Tenho consciência de que a perfeição não existe, mas tento atingir aquilo que eu considero fulcral para que me torne, um dia quem sabe, uma pessoa melhor. Claro que por arrasto vêm aqueles que mais próximo estão de mim... A eles o meu pedido de desculpas.
E aqui estou eu, num mundo que nunca foi o meu, o das palavras... um mundo que embora não me pertença, serve para que eu possa deitar para fora toda a minha insanidade e partilhá-la com vocês. Vocês, que pertencem à vida, muito ou pouco não interessa...o ponto fundamental é que de facto fazem parte dela.
As aulas de Ética da Comunicação estão a ser uma verdadeira emoção, e tal como a cadeira de Didática da Escrita Criativa dá muito que pensar... Primeiro foi Erich Fromm, o homem, que revolucionou a minha maneira de ver muitas coisas no mundo e que me deu muitas dores de cabeça, agora outro! Tenho de ser sincera e dizer que são as cadeiras a que eu tenho piores notas (pelo menos costuma ser assim, quando roça a filosofia a bábá vai-se abaixo), mas se eu fosse avaliada pelo "trabalho de casa" tinha no mínimo um vinte. É que voces não imaginam o tempo (ia dizer perdido, mas nunca o é) que eu disponho (esta é que é a palavra certa, segundo o Professor Rodrigo Cunha. Aliás, ele havia de ficar satisfeito em saber que tem uma aluna que faz os "trabalhos de casa"!). Continuando... Vocês não imaginam o tempo que eu disponho a pensar nestas questões, quanto a meu ver, psico-antropológicas.
Numa das aulas e a respeito da ética eu disse ao professor: "Eu não tenho nada a ver com aquilo que os outros fazem!". Para variar expliquei-me mal e o professor deve ter ficado a pensar que eu era mais uma adida ao movimento hedonista que eu tanto critico. E a questão que eu vos queria por aqui era mesmo esta: o meu próprio movimento hedonista! É uma coisa com que eu luto constantemente! Tenho consciência que a minha primeira prioridade sou eu própria, mas no entanto, tento contrariar um pouco esta tendência que não é só minha. A questão (e não devo ser a única... mulheres deste mundo que estão aí para me compreenderem!) é que eu sou um ser um tanto ou quanto complicado! Vocês dizem: "Que novidade!". Pois é, não é novidade nenhuma, mas eu não consigo lidar com toda esta confusão de pensamentos (confusão, que deriva da palavra fusão... ai Rodrigo Cunha!) e por vezes estravaso todos estes sentimentos cá para fora da pior maneira.
Sou instável, completamente confusa... Não sou arrogante, vejam antes a minha postura, como uma concha que me protege das crueldades a que eu possa ser sujeita e principalmente de mim própria. Sou uma pessoa muito crítica principalmente comigo, aliás unica e exclusivamente comigo. Mas julgo que o meu pior defeito é ter a mania da perfeição. Tenho consciência de que a perfeição não existe, mas tento atingir aquilo que eu considero fulcral para que me torne, um dia quem sabe, uma pessoa melhor. Claro que por arrasto vêm aqueles que mais próximo estão de mim... A eles o meu pedido de desculpas.
E aqui estou eu, num mundo que nunca foi o meu, o das palavras... um mundo que embora não me pertença, serve para que eu possa deitar para fora toda a minha insanidade e partilhá-la com vocês. Vocês, que pertencem à vida, muito ou pouco não interessa...o ponto fundamental é que de facto fazem parte dela.