27 junho 2005

o fabulouso mundo de Amélie e de todas nós

Não há palavras para descrever algo tão peculiar. Como cenário temos Lisboa e o Rio Tejo pintados em tons rosa. Num fim de tarde recriamos toda uma parafernália de personagens, falas e actos completos.
Nada nos pára. O mundo, ainda que apenas naquele instante, é nosso. Despimo-nos de preconceitos, de máscaras e somos nós.
Entre um café, um Martini, duas imperiais e alguns cigarros, rimo-nos, muitas vezes das nossas próprias desgraças e das nossas parvoíces. Abrimos a nossa alma. Sem medos, sem cerimónias. Assim somos nós. O eterno mundo feminino.
Pagamos a conta. Separamo-nos com beijos e sem que nos demos conta disso voltamos a vestir a "gabardine". Cada uma de nós volta ao ponto em que ficou nos inúmeros papéis que compõem a nossa vida...