Gosto quando olhas para mim com aquele ar de safado que só tu sabes fazer. Evidentemente que ambos sabemos como irredutivelmente acaba o enredo, mas mesmo assim não deixa de ser um delicioso jogo do toca-e-foge. Para variar, como tudo não passa de um equilíbrio ténue entre o bom e o péssimo, nunca nos entregamos verdadeiramente e tão pouco falamos nisso. É por isso que sou a favor do superficialismo. Porque não magoa mas afaga-nos a alma.