27 agosto 2010

amigas como eu

Tal como os filhos, os amigos devem seguir a vida que escolhem, independentemente do facto se a opção tomada seria ou não a nossa própria escolha. É preciso deixá-los ir e voltar. Deixá-los que se encontrem ainda que nós já conheçamos invariavelmente o desfecho dos episódios. A vida dos meus amigos é uma espécie de série televisiva que vou seguindo sem interferir. Pontualmente, entro no esquema quando sou chamada à cena e represento o papel que me destinaram.

Mas há coisas que não mudam e uma delas é o facto de eu viver as suas vitórias e os seus fracassos como se fossem meus. Hoje estou a viver vitórias. As da Sara e da Marta, as do Luís, as do Tiago, as da Joana e de tantos outros as que merecem.