Ainda não tinha caído em si. E agora que aconteceu pergunta-se como é que as coisas chegaram ao ponto onde está agora. Decidiu entregar-se ao homem errado e isso levou-lhe anos de vida. Os de ouro. E por saber disso hoje, só o consegue lamentar. Sem ódio mas também sem amor. Quando lhe pergunto o que é que resta, ela responde-me triste que não sobrou nada. Concordou em dar o salto e na queda percebeu que foi a única a fazê-lo.
Hoje pergunta-se se o marido pensa nos erros que foram fazendo ao longo da vida. E acima de tudo, se ele aprendeu alguma coisa com eles. "Para que não volte a repeti-los", diz-me ela. O maior receio dela é que um dia ele volte, porque desta vez não há como. Ela não pensa mais nele.
Hoje pergunta-se se o marido pensa nos erros que foram fazendo ao longo da vida. E acima de tudo, se ele aprendeu alguma coisa com eles. "Para que não volte a repeti-los", diz-me ela. O maior receio dela é que um dia ele volte, porque desta vez não há como. Ela não pensa mais nele.