Sempre levei tudo muito a peito. Amo ou odeio. É preto ou branco imaculado. É ou não é, sem meias medidas, sem consequências e até hoje nunca me dei mal, mais que não seja porque tenho sempre a perfeita consciência do que quero, ainda que às vezes pague caro por isso.
Kafka escreveu um dia, "Alimento-o com leite doce, é o que melhor lhe assenta."
A mim assenta-me bem ser mimada, ser alimentada a chocolate e estar apaixonada. Da próxima não me fico por menos.
Kafka escreveu um dia, "Alimento-o com leite doce, é o que melhor lhe assenta."
A mim assenta-me bem ser mimada, ser alimentada a chocolate e estar apaixonada. Da próxima não me fico por menos.