Porque não me apetece. Porque não sou capaz. A substituição por outra coisa qualquer nem sempre basta. Ás vezes, muitas vezes, é preciso mais do que um querer pouco certo. Mas hoje não. Hoje sou eu a derrotada. Perdida numa edificação de carácter que já dura há demasiado tempo.
Hoje entro em estado de latência. Porque nada foi certo. E porque nada o é. Porque dói. Porque corrói. Porque hoje mata.